
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Admirável Mundo Novo
Olha, não vou dizer que cesárea não é uma coisa estranha. Eu passei uns 40 minutos com a certeza de que minha perna esquerda estava dobrada (porque foi a última sensação que tive antes da anestesia fazer efeito); não dói nada para fazer a anestesia (como o Dr. Stenio, chefe da anestesia do Hospital Santa Catarina, que cuidou de mim durante meu labor time, diz, o que dói mesmo é a punção da mão para o caso de precisar de soro: e É VERDADE!); a sensação dos médicos mexendo em você é estranha, e você fica meia horinha naquela expectativa: e aí, achou ele? Achou? Achou?

Agora, estamos todos aprendendo a conviver, a cuidar sem se preocupar demais (falo por mim, que sou surtada, rs), amar sem superproteger, e conviver com opiniões diferentes, fatos novos, informações necessárias e outras nem tanto. Enfim, é uma aventura, realmente. E vai durar a vida toda. Porque como diz meu irmão João Gabriel, que começou a sua própria aventura de ser pai no ano passado: filho é que nem videogame, cada fase é mais difícil! rs.
você é algo assim
é tudo prá mim
é como eu sonhava
você é mais do que sei
é mais que pensei
é mais que eu esperava
baby
sou feliz, agora!
sábado, 6 de novembro de 2010
Despedida da barriga!

A única coisa com a qual eu não concordo é com o parto natural não acompanhado, feito em casa. O David e eu vimos um programa esses dias, na Discovery, falando sobre um movimento que existe na Inglaterra de mães que querem ter o direito a ter seus filhos em casa, sem médico, sem parteira, sem UTI. E eu pergunto: por quê??? Se você tem vários meses para procurar bons profissionais, que pensem da mesma forma que você, que tenham um comportamento e uma filosofia parecida com a sua, e decidir o lugar e as pessoas que vão te acompanhar, prá quê expor você e o bebê a qualquer risco???
Nesse mesmo programa, vimos dois extremos: uma mãe que teve o bebê na banheira de casa, com calma, tranquilidade (ela realmente estava se sentindo segura dessa forma, e até aí, "cada um é cada um"), em um parto quase sem dor; e uma mãe que berrava , na hora de ter o nenê: EU NÃO QUERO MORRREEEEEERRRR... Lembro que eu ri, mas foi apavorante. Aí eu pergunto: o bebê ouvir a mãe berrar que não quer morrer é mais ou menos traumático do que ele ser recebido por uma enfermeira que pega ele e limpa de forma mecânica, pois faz isso várias vezes ao dia? (sei lá, citei só um exemplo)
Acho que tem gente muito radical para tudo. Na minha família, já vi de tudo. Minha avó teve 6 partos normais sem anestesia. Minha mãe, 4 normais, 3 deles com anestesia. Minhas tias, normais com anestesias e cesarianas... e tem gente de todo tipo: traumatizada, não traumatizada, e acredito que, se fizermos um estudo profundo e psicológico, vamos encontrar motivos bem maiores do que o parto.
Prá mim, o mais importante é: estar se sentindo segura, confiar no médico e no método que ele sugerir, confiar no hospital, ter decidido isso em conjunto com o pai da criança, para que ele também se sinta seguro e lhe passe confiança, e estar confortável com todo o processo. Fazendo um retrospecto.... hum... tudo checado. Ou seja, vai ser lindo de qualquer forma.
Ah, e vamos fazer o teste do pezinho completo, por garantia. Porque segurança nunca é demais para nosso pequeno Enzo!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Cada passo, um flash!
Aiai, cada passo um flash. Hoje, quase desmaiei na paulista, rsrsrs. Mas tá chegando a hora... e eu não consigo me aguentar de excitação. Vem, Enzinho, vem que a gente tá te esperando!!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010
8 meses e um século
Por causa da minha hipertensão, desenvolvida há umas 3 semanas, eu estou em compasso de espera total (há certos riscos que a hipertensão traz, como amadurecimento precoce da placenta, diminuição de líquido amniotico, diminuição na taxa de crescimento do bebê, entre outras - então temos que fazer acompanhamento diário da pressão e semanal com ultrassom ou cardiotoco, e a qualquer um desses "avisos", antecipar o parto), o que parece aumentar ainda mais a distância do dia do nascimento - vamos concordar que em São Paulo, nossa vida diária voa mesmo, não adianta, estejamos ou não em um momento tão especial quanto a gravidez.
Ontem fiquei sabendo que vou precisar comprar mais fraldas. Achei que tinha comprado RN demais e não... temos apenas 7 pacotes, o que dá para 19 dias, em média. Como esse pequeno será mesmo pequeno, ao que parece, vai usar pelo pelos por um mês, um mês e meio ou até 2 meses as fraldas RN (ainda mais as da Pampers, que servem para bebês de até 4kg). O bom? ele vai usar as roupinhas fofas RN que ganhou da vovó Lange. E eu estava com dó delas nem servirem, rs.

* 19 dias para o dia "D". Estamos contando as horas...
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
ABAIXO A PRESSÃO!
Isso significou 1 metrô para ir ao laboratório, 2 para ir ao médico e mais 2 para voltar para casa. Consegui 2 assentos preferenciais e um convencional cedido por uma menina muito educada. De resto, olhares tortos e a maioria, alheios. Teve uma senhora que entrou na minha frente correndo prá pegar o preferencial... tive até que rir: se ela teve saúde prá correr e pegar o assento, certamente precisava menos que eu, rs. Maaaas, como foi uma só vez e por uma ótima causa, suportei tudo heroicamente. Mas que é difícil manter a pressão baixa em situações tensas como essas, ah isso é.
O veredito foi que o Enzo ganhou peso, que está tudo dentro dos conformes e que é preciso continuar a manutenção firme e diária dos procedimentos para que a pressão não aumente. Isso significa repouso, remédio, tranquilidade e ida diária à farmácia. Cada dia será decisivo no tempo em que a gravidez ainda irá durar. Ele está prontinho, mas ficar mais um tempinho dentro só fará bem, né? Contanto, é claro, que a pressão esteja controlada...
Difícil é me conscientizar do tal repouso. Pressão é uma coisa silenciosa. Eu me sinto bem a maior parte do tempo, fora o cansaço normal do fim da gravidez e dos 11kg a mais, e a falta de ar incrementada por esse tempo maluco e meu nariz entupido (rs, coitado do David à noite). Aí, dá vontade de começar a fazer mil coisas. Mas faço 2 e a pressão dá alta na hora de medir. Ou seja, o médico pediu controle total e repouso. Entendeu? Re-pou-so. Ok, ok, ok.
Mas o Enzo mexe, e aí eu lembro o motivo (sim, a barriga já virou parte inerente, não me assusta mais, rs), e tudo fica bem. Paciência, o objetivo maior agora é o bem estar dele. Eu fico brincando que eu queria ser como nos filmes, trabalhar até o último minuto, a bolsa estourar em meio a uma reunião e sair todo mundo correndo comigo prá maternidade (ia ser engraçado, vai), mas não é assim que vai ser. O trabalho foi interrompido antes da hora (e da organização final), tive que correr com algumas coisas porque a partir de uma determinada hora não pude mais sair por aí e nem lavar roupas eu posso - já pensou o baby nascer e não ter roupinhas para vestir? Afeeeeee, ainda bem que sou meio (só meio, tá?) ansiosa e tinha feito várias coisas antes.
Enfim, hoje completamos 36 semanas, foram 8 meses desde que descobri que havia uma vida dentro da minha barriga e acredito que, entre altos e baixos, nós dois (mãe e bebê) nos demos muito bem nesse tempo todo. Estamos cúmplices nessa aventura de renascer e agora, David e eu estamos esperando por ele de braços abertos, os dois bobos, pais de primeira viagem, infinitamente felizes pela aventura que vamos viver. Uma aventura real, concreta, necessária e urgente.
Independente de quem estava mentindo ou exagerando nos episódios de bolas de papel e bexigas d'água, o Lula se pronunciar do jeito que fez, de forma jocosa, emitindo juízo de valor abertamente parcial, sem saber dos fatos, e sem nenhuma postura política, na minha humilde opinião, é absurdamente inaceitável (o presidente do PT foi bem mais feliz). Eu concordo que o governo vigente conquistou muitas coisas, assim como não concordo com outras e isso é assunto para outro post, mas independente disso, eu sinto falta de mais respeito pelo cargo máximo do nosso governo. Às vezes parece que tudo virou foi uma grande brincadeira. :(
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Tic tac tic tac tic tac...
De qualquer forma, uma coisa é certa: está chegando a hora! Esté sendo um pouco estressante (embora isso seja contraditório) cuidar para não me estressar para que a pressão não suba. Sim, no meu caso, repouso às vezes é mais extenuante do que saracotear por aí! :)
Mas, se antes já era, agora, nessa fase final, Enzo é prioridade máxima. O resto todo pode esperar! Porque ele vem aí com força, saúde, energia, e uma luz imensa que eu não vejo a hora de conhecer, porque sentir, eu já sinto!
Para ver como a gravidez me tomou totalmente, ontem foi aniversário da minha mãe, ou agora, da vovó Lange. Eu voltei da consulta médica, liguei prá ela (que estrategicamente se fez de desentendida, né, dona Solange), contei tudo que o médico disse, quais os cuidados, quais os prazos, os remédios etc... e ESQUECI TOTALMENTE DE DAR PARABÉNS PRÁ ELA! Logo eu, que sempre me orgulhei de lembrar, fazer presentes, cartões lindos, emails melosos etc. Só rindo, mesmo. Fiquei tão nervosa quando me toquei que desatei a chorar... rs.
Mas quer saber, serviu prá eu me conscientizar de que agora a vida é outra, não dá para querer me cobrar tanto. Tem que estipular prioridades e fazer o que dá. Pedir desculpas uma vez ou outra faz parte, né? Contanto que não seja muleta para errar sempre.

terça-feira, 5 de outubro de 2010
Está quase quase na hora!!!

Enzo: seu quartinho está pronto, temos tudo preparado, inclusive nossas almas e nossos corações. Na hora certa, você vai chegar, cheio de saúde e alegria, para tornar nossas vidas - em meio a choros, insônias, mamadeiras e fraldas sujas - ainda mais completas!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Continue a nadar!
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Recordista de bilheteria...
Nosso Lar é recordista de
bilheteria nos cinemas brasileiros (R7)

Me emocionei vendo as imagens que, depois de ler o livro duas vezes, já pareço conhecer tão bem. Claro que o livro é muito mais detalhado, e é impossível colocar e explicar tantas coisas em um filme de 2h. Mas acho que o argumento do filme foi feliz. Só não curti muito os diálogos - o texto poderia ser melhor. Nada que tirasse a emoção das mensagens que ele traz: a de que somos os mesmos após deixar o mundo físico, que nossa mente nos leva a lugares inimagináveis (e podemos viver o inferno em qualquer lugar onde estivermos, e da mesma forma o paraíso, porque eles nada mais são do que as projeções do que acontece em nosso interior), de que podemos ser considerados suicidas mesmo sem usar uma arma ou uma forca, se não soubermos como cuidar da ferramenta mais importante que Deus nos deu nesta vida: nosso corpo.

Em Nosso Lar, aprende-se a livrar-se do orgulho, do egoísmo, do materalismo, das preocupações vãs, para dedicar-se ao bem, ao trabalho edificante, ao próximo, ao bem estar de todos, porque é impossível ser feliz sabendo que há alguém infeliz que só precisa de uma palavra de carinho para ter a vida transformada. Lindo.

Me emocionei várias vezes (mesmo achando que os diálogos não mostravam a realidade daquela emoção, rs), e ainda me emociono ao lembrar de passagens do filme. Recomendo. Mesmo para quem for ver e acreditar ser só ficção, vale a beleza das imagens e a paz das mensagens. Para espíritas, então, é mais do que diversão, é um lembrete. Adorei.
domingo, 5 de setembro de 2010
O maior amor do mundo

É incrível como aprendemos, ao ser mãe, o real significado da palavra amor. Hoje posso dizer: é mais do que tudo que já experimentei na vida, diferente, intenso, tranquilo, um misto de dor e satisfação, preocupação e certeza. Na verdade, formar uma vida faz a gente se sentir tão especial que tudo é pouco para retribuir. Preocupações comuns desaparecem, tristezas momentâneas também, na hora em que você coloca a mão na barriga e lembra (isso se um chute não lembrar você antes) que há uma vida crescendo dentro de você. O que mais importa? Eu li que em alguns povos, as grávidas eram levadas para locais sagrados e ficavam lá, levando uma vida à parte, até que os bebês nascessem. Não me admira, o estado de graça em qua ficamos é tal que destoamos do resto das pessoas ao redor, não adianta negar. Por mais que você seja daquelas que teima em dizer que nada mudou porque está grávida, além da barriga que cresce, outras coisas em você simplesmente se transformam e não há jeito de evitar!
Cada pessoa tem sua história e seu momento, mas comigo foi assim: uma gravidez tão desejada que hoje é vivida intensamente, com alegria e entusiasmo em cada etapa, e com uma entrega total, o Enzo é o que mais me importa desde aquele dia em que o exame acusou 185 de Beta HCG. Era tão pequenininho e já fazia uma diferença absurda na minha vida. Hoje, faltando cerca de 8 semanas para ele estar pronto, quartinho praticamente pronto, roupinhas para serem lavadas, novo ultrasom para agendar, tudo já está tão transformado que não parece haver mais mudanças possíveis. E ainda assim eu sei que não é 1/3 do que vamos viver depois da sua chegada.
Ele será bem vindo, amado, esperado, e educado com todo carinho e dedicação, para que seja um ser humano de bem. E com tantos amigos queridos (novidades virão por aí) tendo também seus filhotes, sei que haverá uma geração inteira de crianças lindas, felizes e preparadas para o mudar o mundo vindo por aí. Que seja o início de uma nova era de luz para a Terra. Onde o maior amor do mundo começará a prevalecer!
Obs. ontem tomei banho de piscina e a sensação foi tããão diferente! Esquenta de novo, tempinho, que eu quero bater uma foto :)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O tempo não para...
Ontem na novela das 8 o personagem principal, feito pelo Tony Ramos, dizia ao filho: "VOCÊ NUNCA VAI DEIXAR DE SER MEU FILHO. ATÉ OS FINS DOS MEUS DIAS, ESTEJA ONDE ESTIVER, EU VOU PENSAR: COMO SERÁ QUE ESTÁ O MEU FILHO?" Naquele momento, pela primeira vez eu pude pensar: é a mais pura verdade!
Eu amo essa criança mais do que a mim. E ele me faz sentir viva, bonita, completa, é uma sensação tão intensa que contamina o pai, que mesmo sem sentir muito os movimentos (ao menos não tão frequentemente nem tão fortemente quanto eu sinto), as dores, sofre da mesma paixonite e tem as mesmas apreensões.
Estamos vivendo um momento mágico, e sabemos que tem que ser assim, estava escrito, planejado nas entrelinhas do universo. E mesmo sendo assim, tão certo, tem algo que me deixa muito triste: a incapacidade de alguns de ficar feliz com a felicidade dos outros, a inveja da alegria e das possibilidades alheias, as vibrações negativas que de vez em quando espreitam e teimam em tentar (vejam bem, eu disse tentar) minar a emoção pura e suave que a chegada de um novo ser a esse mundo promove em nossas vidas.
Nós, por outro lado, pensamos 2 vezes antes de falar de alguém, e tentamos arduamente purificar nossos sentimentos, até porque queremos ser cada vez mais merecedores da graça que estamos recebendo. Uma nova vida começou, vai dar as caras no final desse ano e transformar finalmente e irremediavelmente nossas vidas. Uma vida de sonhos e realidades, uma vida com missões e aprendizados, com luz e vibração, que vem para maravilhar.
Por isso, encarecidamente, eu peço: deixem-nos brilhar, deixem-nos vivenciar a energia sublime que envolve o nascimento. A cada um seu tempo e sua chance, sua verdade e sua cruz. Ninguém é melhor do que ninguém, ninguém tem mais ou menos chance do que ninguém. Nós todos temos exatamente aquilo que plantamos, pela justiça divina desse universo perfeito.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A emoção do primeiro ultrasom
Ver aquele serzinho se mexendo, aquele coraçãozinho minúsculo batendo a 160 por minuto, aqula perfeição toda, é quase uma oração. A gente se sente ao mesmo tempo totalmente responsável por aquela vida, e impotente porque muitas vezes independe da gente o bebê estar ou não bem. Eu vejo mães que não sabiam que estavam grávidas e só descobrem na maternidade... e o bebê nasce saudável!
Deus nos dá esse presente-missão e, é claro, nos faz totalmente capazes de cumpri-la - só basta que encontremos as características dentro de nós: força, coragem, alegria, determinação, consciência, amor e tudo mais.
Daqui a umas 3 semanas, faremos o morfológico do 2º trimestre. E eu só consigo pensar: jáááá??? Parece que foi ontem que engravidei e faltam apenas 4 meses e meio para nascer. Aiai, e essa barriga que não cresce? rs. Depois eu crio coragem e posto uma foto dos meus novos 4kg e meio aqui!
sábado, 1 de maio de 2010
Preparando outra pessoa

A partir daí, não sei se é senso comum, mas o mundo mudou completamente e atingiu um nível de sentido absoluto. Objetivos diferentes, formas de pensamento diferentes, até um senso de auto-proteção diferente. Incrível. E quem me conhece sabe que eu queria muito isso, então consegue imaginar o estadinho que eu estou.


sexta-feira, 5 de março de 2010
Vergonha, vergonha, vergonha
Aconteceram tantas coisas desde a última postagem. Nem post sobre o BAZARECO, bazar de trocas organizado pela Ana Paula, minha mais que amiga do www.featuresfashion.blogspot.com (aliás, adorei o último post, das camisetas fofas - eu quero uma do YOU GOT ME AT HELLO, rsrsrs), que foi um luxo. Eu nunca imaginei que fosse dar tão certo, que todas as pessoas fossem tão conectadas, e ao mesmo tempo tão a fim de fazer os outros felizes - dava gosto de ver as meninas quase dando as roupas se a outra pessoa gostava muito, rsrsrs.
Adorei as pessoas que conheci (e me perdoem, eu estava acabada de cansada!!!), as peças que troquei e quase saí de lá também sem vestido, de tanto que todas queriam o meu... rs.
Depois disso, ainda viajei ao Rio a trabalho, repaginamos o escritório, a porta do quartinho dos fundos de casa literalmente caiu e agora dá-lhe confusão até a imobiliária trocar... rs.
E eu fico devendo fotos. Do bazar, do Rio, de tudo. Do meu maninho que foi embora e da cunhas que veio visitar. Ai, tanta coisa. Às vezes parece que a vida não anda, ela se locomove na velocidade da luz. E se a gente pisca, perde o bonde. Ou melhor, a foto, rs.
Mas o importante é que está sendo um tempo bom. De muitas coisas, de ansiedade de coisas que estão por vir, de aguardar mas continuar fazendo porque a vida só acontece mesmo quando a gente faz ela acontecer.
Aiai. Sexta, dia de happy com as amigas e depois, casinha porque eu preciso é descansar!
E eu volto logo. Prometo, tá?

terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Uma imagem vale por mil...
A primeira delas é do mascote da copa 2010. Não sei se é o oficial... mas estávamos vendo filhotes de tigre no final de semana (não, não é para comprar, mãe, fica tranquila, rs) e achamos lindos. Então vale a homenagem...


Obs. domingo tem Metálica e eu não to acreditando que vou! Uhú!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Girls girls girls... ou melhor: mulheres!
Saiba disso e metade dos seus problemas já terão acabado ali. Não crie expectativas demais, não espere que ele continue um príncipe a vida toda. A maioria se torna um sapo em, no máximo, seis meses. Então, o que fazer?

Enquanto isso, estude. Faça atividades de que gosta. Viva sob direitos iguais. Seja forte e saiba que você não depende dele para nada, ao contrário do que tentam fazer você pensar. Tenha certeza de que o centro do seu próprio universo é você e não ele. Embora a maior parte do tempo você terá de fingir o contrário.
Procure sua felicidade acima de tudo. Se ele entender e isso o fizer se apaixonar ainda mais por você, bingo! Caso contrário, a fila anda. A vida é muito para ser desperdiçada com sofrimento e você saberá se está com o parceiro ideal quando ele, além de te pedir para segui-lo, oferecer-se para segui-la também.
Obs. texto retirado do manual “como viver com um homem”.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Boys, boys, boys
Uma das tarefas de sua vida será fazer com que uma mulher se apaixone por você. Haverá várias fases: aquela em que elas nem querem saber de você, aquela em que se estapeiam por você e aquela em que vão se fazer de difícil, como se não significasse nada para elas. Não se preocupem, em todas elas, no final, a vontade de uma mulher se apaixonar sempre vence. Depois, quando o relacionamento estiver iniciado, a dinâmica será simples.
Vá lá e mostre um pouco de carinho. Mas não se preocupe muito com os sentimentos dela, também não leve muito a sério crises de choro nem pedidos de um tempo a sós, se você não estiver a fim de conversar, simplesmente vire para o lado e durma, ela sempre entenderá que você precisa de sua individualidade, afinal, ela te ama.
Não tenha reações muito intensas aos feitos e muito menos à beleza dela, por mais que ela te deixe babando e faça outros machos na rua torcerem o pescoço ao passar por ela, isso tudo aumenta muito a auto-estima das mulheres, o que não é muito bom no relacionamento.
Esteja bem quando tiver que estar. Sua companheira é desenhada para compreendê-lo. Ela chorará um pouquinho, ficará abalada por um tempo. Mas é só lembrar que a ama que tudo voltará ao normal. Ah, não esqueça de, lá de vez em quando, dar um beijinho casual em sua companheira, o que ela irá interpretar seriamente como um “ele me ama” e a deixará sossegada por um tempo.
Você é o centro do universo. Faça valer sua posição de homem na relação exija atenção especial, bom humor e algumas noitadas com os amigos. Ela pedirá direitos iguais e você pode muito bem fingir que aceita. Mas não se esqueça de que, no fim do dia, o controle remoto da televisão tem que sempre estar do seu lado da cama.
Obs. texto retirado do manual “como educar um homem”.
sábado, 2 de janeiro de 2010
Chove lá fora...

"Sob a luz dos holofotes, tudo parece mentira. A vida se esvai enquanto ouvimos gritos, que poderiam muito bem ser abafados pelo som dos nervos que nos seguram - e é só por isso que não partimos para cima de todos, não acabamos com isso. Afinal de contas, quem sobraria para contar a história. Mas é inútil. O show vai continuar, estando nós escalados ou não, pois a vida é um palco constante, em que escolhemos algumas falas, construímos um papel. Mas cujo roteiro não é inteiramente nosso. Então somos golpeados incessantemente pelas vontades alheias, que desfazem dos nossos gostos e pretensões e nos matam calmamente, sob a luz da lua. Quem de nós já não sonhou com o fim do anonimato? Sem saber que na verdade é apenas o começo do fim, quando nos tornamos públicos, deixamos de ser nós mesmos, somos nós mais um, nós mais todos, nós menos tudo que é somente nosso e mais tudo que todos querem que seja o que somos. As pessoas sonham com o que não podem ter e esquecem de que tudo que precisam está dentro delas. O que somos não é o que temos, o que é palpável e pode ser visto, mas o fazemos, as marcas que deixamos no tempo, o que falamos, o que construímos, o bem que causamos. Enquanto marchamos sob os holofotes, vemos nossa matéria se esvair, o que sobrará no final? Apenas nossos rostos no espelho, uma tela de nuvens por entre as quais conseguimos ver a sombra do que fomos um dia. Nada mais. Ainda há tempo. Tempo para valorizar o que é real, tempo de estudar a nós mesmos, tempo de refazer, lenta e calmamente, as falas do que escolhemos ser. Ainda há tempo. Por favor, apaguem a luz."