Parece que estamos todos, nós, seres humanos, inseridos em uma espécie de escafandro. Sem comunicação com o mundo exterior, nos "encafifamos" (rs) em nossos próprios dilemas, recriamos e avivamos nossos próprios problemas, sem olhar para o lado, sem compartilhar.

É óbvio que existe gente preocupada, existe gente que se ocupa com a percepção do todo, com a construção de um mundo que seja melhor para todos. Mas infelizmente é uma minoria. Espalhados pelo mundo, aos pouco esse olhar apurado sobre a realidade geral fará diferença. Mas por isso mesmo precisamos nos engajar, procurar, conhecer, estar à disposição.
É preciso sair do escafandro que geramos, das idéias pré-concebidas, daquilo que nos gera dependência e mascara nossas fraquezas e necessidades essenciais. É preciso parar de fugir, de alimentra medos e angústias. É preciso entender que não se vive isolado, embora cada um de nós tenha sua participação peculiar e especial no mundo.
O mundo só será melhor quando aquele 1% estiver vibrando positivo. Mas, para isso, é preciso entender. E para entender, é preciso querer.
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A gente tem dois cachorros lindos e maravilhosos, o Raio e a Lua (sim, eles parecem filhos de hippies dos anos 60, rs), um pit bull que acha que é um beagle e uma dogo argentino que acha que é uma lady. Que estão estressados. Afe! Sabe qual é o diagnóstico? Não adianta alimentar, vacinar, estar ali, é preciso participar. Eles nos perceberam ausentes, preocupados com nossos problemas do dia-a-dia, nos perceberam distantes. E passaram, através das mudanças de comportamento, a chamar nossa atenção.

É a vida nos chamando à ativa. E ela não é perfeita?