quarta-feira, 15 de junho de 2016
O começo de tudo. Porque a vida é tudo que há.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Se você observar...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Revisitando interesses!
Eu voltei. Ou será que nunca fui?
domingo, 4 de maio de 2014
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Lá fui eu fazer Moda. Confesso que até entrar no curso tinha um certo preconceito, como quase 100% de quem estava de fora na época: Moda é coisa de modelo. Que nada, me deparei com uma turma maluca, super criativa, éramos incentivados a estudar a arte, a história e a sociedade, para tentar entender os movimentos de comportamento e os caminhos do futuro, para criar pensando na geração de amanhã.
E aí eu pergunto: cadê a moda? Cadê a transgressão? Na era dos blogs, o que mais vejo é um monte de menina bonita, com grana e que veste grife. E que dá muita “dica” de tendência, substituindo os cadernos de produto das grandes revistas e dos cadernos de moda dos jornais. São bem maquiadas (cite grifes), bem penteadas (cite profissionais), ganham presentes a toda hora de marcas que elas então sugerem como as “the best”. Só para mim tudo isso parece tudo óbvio e comportado demais?
Tudo chato, sem sentido, muito comportado, muito cachorrinho no colo.
domingo, 30 de dezembro de 2012
O fim ou o começo?
2012 foi um ano incrível, mas muito difícil. Minha vida (e consequentemente a do Enzo) virou de cabeça para baixo e apesar da loucura toda o saldo é sempre positivo: terminamos mais uma etapa com mais (auto) conhecimento, com saúde, com um mundo de oportunidades pela frente e eu entendendo, cada vez mais, que o desapego é o único caminho da verdadeira felicidade: desapegar das coisas ruins, de situações ou lugares como determinantes para nosso bem estar, de ideias antigas ou pré-concebidas que pouco a pouco começam a provar que não têm mais razão de ser, e também de um status quo que se mostra cada vez mais demodè e fora da nova lógica do ser.
Eu posso dizer que terminei 2012 ainda mais viva. Mais consciente de que as rédeas da minha vida estão nas minhas próprias mãos e que preciso lutar com todas as forças contra o medo, pois é ele o principal freio para a verdadeira felicidade, que não estamos nem perto de conhecer.
Eu peço ao papai do céu que em 2013 meu filho e eu tenhamos muita saúde, muito amor, que possamos receber as bênçãos que chegam cada vez em maior número e que tenhamos alegria nos nossos corações. E que possamos realizar nossos sonhos, nossos projetos de vida. E que possamos ajudar os outros e multiplicar toda felicidade, já que nada adianta ser feliz sozinho.
Amanhã, à meia noite, eu desejo que a luz toque cada\coração, e que ao abrir os olhos na terça-feira, todos estejam se sentindo um pouco mais pertinho daquilo que realmente querem ser.
Feliz ano novo!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Terminou?
And what have you done
Eu sempre achei que John Lennon sabia o que dizia. E ele estava certo mais uma vez: então de novo é natal, e o que você fez? Quem você ajudou? De que forma você cresceu como ser humano? Você viveu, se entregou, sentiu, atuou ou apenas trabalhou para o imediato da vida, como a grande massa humana sempre fez?
Todo mundo termina o ano com aquele desejo de que o próximo seja diferente, como se algo sobrenatural de repente e sem uma atuação nossa fosse trazer tudo aquilo que nós queremos, que sentimos falta, que acreditamos ser imprescindível para nossa felicidade. Sem parar um só momento para pensar no que precisamos nós mesmos mudar para que então a vida pareça ter o sentido que almejamos
Quantos séculos de cegueira. E quantos ainda vivem dias no ”piloto automático”, correndo contra o tempo que parece cada vez mais curto, trabalhando intensamente para ter uma vida melhor. E isso significa literalmente ter mais dinheiro. E o que estamos fazendo, nesse meio tempo, para aquele que vai usufruir de todo esse dinheiro?
Esses dias li uma mensagem que cai como uma luva para meu pensamento: a gente compra roupas caras para trabalhar, dirige um carro que estamos pagando em um trânsito infernal para trabalhar, pra conseguir pagar pela casa linda que temos, mas que não temos tempo de aproveitar. Era mais ou menos assim. E qual a razão disso tudo?
Não acho que todos tenham que jogar tudo para alto (embora alguns tenham essa coragem e outros essa missão) e viver na pobreza. Mas acho que temos o dever, entrando nessa nova Era da Terra (e não é o que nós queremos? Um tempo melhor, mais ameno, com menos violência, menos correria?), de imprimir um pouco de humanidade no nosso dia a dia e começar a perguntar lá para dentro: o que eu realmente quero para mim? Que caminho eu quero seguir? O que é realmente importante para mim?
E seguir a voz do coração, mesmo que ela vá contra o que o status quo, sua família, seus “amigos” e todo mundo pense. Porque no fim do dia, quando tudo se cala, a única opinião que vale é a sua. A partir de agora, tudo irá mudar, algumas coisas rapidamente, outras, nem tanto. Mas a vontade de ouvir a si mesmo será insuportável e acredito que começaremos a nos surpreender uns com os outros. Positivamente.
Afaste-se de quem te faz mal, mas vibrando amor. Una-se com aqueles que pensam como você. Caminhe dentro do bem e seguindo sua voz interior. Cada dia será melhor, cada ano será melhor. Pense seriamente no futuro que você quer para o seu filho e tome atitudes agora que o construirão. É chegada a hora. A paz está a caminho para aqueles que a desejarem não apenas internamente, mas através de suas ações e decisões pessoais e coletivas.
Chega de medo, o medo trava, paralisa, é a arma da escuridão. Medo é o oposto da fé, e a fé é a chama que nos mantém conectados com o todo. Basta querermos e soltarmos a corda que nos prende ao passado. O mundo não vai acabar, ele já está se transformando.
Let's hope it's a good one
Without any fear
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
É AMANHÃ!!!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Criança da nova era
terça-feira, 25 de setembro de 2012
OK, OK, PODE RESPIRAR!!!
E aí foi assim: numa semana recebi o convite para conversar, na outra semana fui chamada, na outra já estava trabalhando. Nesse meio tempo rolou uma mudança mesmo – me desfiz, sem brincadeira, de 60% do que eu tinha, e ainda fui xingada pelo meu irmão: “pô, como tu tem coisa de cozinha”, rsrsrs. Deixei eletrodomésticos, móveis e até a cama nova (buááááá). Mas que bom que ele ficou com uma casa praticamente montada! Tropeços e falta de dinheiro à parte (bancos, obrigada incrivelmente pela greve NESSE EXATO MOMENTO! Grrrrr) o pior foi fazer os 40% das coisas que sobraram, minhas e do Enzo, caberem em um quarto (que ainda tem todas as roupas da mama) e achar a escolinha ideal pro meu filhotinho.
Por ideal leia-se: a melhor estrutura e a mais perto do trabalho – sim, porque com tantas mudanças na vidinha dele, quanto menos tempo ele precisasse ficar longe de mim, melhor, né? E consegui (Ufa!) – o lance agora vai ser pagar, mas aí entra a ajuda abençoada do pai dele, of course – e, como o picutuxo tinha ficado 1 mês grudado em mim, o difícil foi a nova adaptação. Chorar na entrada da escola era algo que ele já fazia. Mas ele descobriu outra maneira da mãe ficar, digamos, totalmente arrasada: parou de comer! De berçário 2, pelo desenvolvimento dele, passou a Maternal I aqui em Floripa. E a comer de tudo, sem aquelas coisinhas de bebê. Fora isso, ele sacou que eu fiquei mal, muito mal. E aí, já viu.
Só na bolachinha, só no santo Nutren, e em casa: comendo de tudoooo. Sacanagem, filho, vai ser esperto assim lá em casa, viu? Levei no pediatra, ele está ótemo, perfecto, incrivelmente inteligente o bichinho. Receita de florais para aceitar mudança e diminuir o medo do novo. E uma semana depois: já há indícios de almoços e lanches (de sucrilhos, vejam só) na escola, e um tímido “tia Deuba (Débora)” junto com mamãe, vovó e bisa. As mulheres da vida dele, rs. Já foi ajudante de turma, se vestiu de primavera e fez bolinhos de areia. PARA TUDO: MEU FILHO BRINCANDO DE BOLINHO DE AREIA? Estou no paraíso.
terça-feira, 24 de julho de 2012
Vida longa à nova vida!
sexta-feira, 13 de julho de 2012
O tempo voa...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Da escolinha e suas viroses
Eu demorei para escrever. Muito, eu sei. E há tanta coisa passando pela minha cabeça esses dias que vou ter que dividir os assuntos. Isso se conseguir. Se não conseguir, vai tudo misturado aqui mesmo, rs. Pensei, repensei, pensei de novo. Prós, contras, opiniões alheias, bem estar dele, meu bem estar, bem estar financeiro da casa, tudo, tudo, tudo. E decidi colocar o Enzo na escolinha. Finalmente. Parece que ele estava até pedindo isso, sabe? Querendo mais atenção, novas musiquinhas, mais passeios. Do tipo: e aí, mamãe, vamos ficar nessa coisa nana nenê quanto tempo? Rs. Foi mais de um mês de escolha. Pesquisa. Opiniões de novo (sempre, né? Rs). E a relação atenção com as crianças + proximidade de casa deu o primeiro lugar no podium para a Castelo Encantado. As tias são umas fofas e consegui vários depoimentos de mães cujos babies estão lá há anos, e desde bem cedo, e adoram. E depois de muito sofrimento (meu, óbvio), chegou o fatídico dia da adaptação. Resumindo - 1º dia: chororô + 1 hora de brincadeiras; 2º dia: chororô + 2 horas de brincadeiras; 3º dia: chororô + 3 horas de brincadeiras. Até que a tia disse: “ele chora 5 minutos e o resto do tempo fica bem, pode deixá-lo o período todo aqui”. Cara da mãe: :O
Aí, quando estava me recuperando do trauma de “meu filho não me quer mais”, eis que ele começa com uma diarréia feroz, de causar assadura (a primeira da sua vida) feia e febrinha. Médico = VIROSE! Caracas, me disseram que indo prá escolinha ele começaria a ter viroses, mas assim, na primeira semana? Nem bem passou meu trauma de adaptação de escolinha começa o trauma de primeira virose do filho??? Vou te contar, viu. E pior: a coisa cada dia tinha um sintoma diferente. Moral: no fim, virou uma faringite. “E ele tá com bastante secreção no pulmão, viu, mãe, então vamos dar antibiótico”. Ah tá, suuuper cool.
Imagina seu filho, todo cuidadinho durante 9 meses, leitinho materno, nada de gripes e resfriados, no máximo febres de vacinas e diarréias de dentes nascendo, vai prá escolinha, pega virose, fica magriiinho e com aquele olhar paraaaado. Morri.......
....... pronto, nasci de novo. Sim, porque virose passa. A gente tem que ter paciência, acordar mil vezes de madrugada (e olha que dizem que são só os primeiros meses de vida do bebê, rs), dar os remedinhos, e esperar. Ah tá, morrer um pouquinho a cada dor, cada febre, cada choro. Mas acordar no dia seguinte no salto da alma, pronta prá mais uma. E o que é pior: dá aquela vontadezinha de “já que foi assim melhor não ir prá escolinha, né?”. Mas não, há que ser forte e destemida e lembrar que é preciso pagar o leitinho do baby e as fraldas e lenços umedecidos e pomadas e roupas e sapatos e guardar dinheiro prá faculdade dele, e levá-lo de novo à escola.
E lá fui eu, bravamente. Me consolando: ele vai chorar, tá? Porque ficou a semana inteira grudado em você, então ele vai chorar muuuito. Aí eu entrego ele prá tia, chororô, portão se fecha. E cadê o chororô??? Cadê os berros da criança que não pode viver longe de mim? Cadêêê??? Rs. Moral da história: eu estou aqui desconsolada, tentando me concentrar no trabalho que não é pouco, depois de uma semana que me consumiu a alma (estou, literalmente, um lixinho ambulante, rs), e ele deve estar lá rindo e brincando com os amiguinhos. Porque obviamente se não fosse assim a escola teria ligado. Teria, né? :}
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Vaca leiteira
E com a ajuda de muita leitura + curso para gestantes do Santa Catarina + minha mãe segurando minha mão + creme passado pelo obstetra + o maior amor do mundo = eu virei uma verdadeira vaca leiteira com meu bezerrinho grudado no peito, primeiro a cada 2 horas (porque ele era magrinho e eu tive que incentivar a mamar bastante), depois a cada 3 horas.
Amamentar é algo ímpar. Inesquecível!
E o processo foi mais estressante mentalmente do que fisicamente, porque tive pouquíssimo tempo de dor, mas tinha que tirar a primeira parte do leite manualmente para que o Enzo mamasse o leite gordo e ganhasse peso rapidamente. E funcionou. E foi tudo lindo. E eu amei amamentar, foi uma das experiênciais mais incríveis e plenas da minha vida. No terceiro mês ele ganhou 1kg. Só mamando no peito! E eu rindo à toa...
Mas eu disse amei porque acabou. Um belo dia seu filho olha para você e diz: mamãe, não quero mais seu peito. Ok, ok, não foi bem assim (rsrsrs), mas ao contrário do que eu previa, situações e circunstâncias (nenhuma delas ruim, graças a Deus) nos levaram ao desmame. A decisão, a forma como aconteceu, confesso que para uma mãe taurina foi um choque. Ainda bem que faço terapia, rs.
Gente pequena que já sabe o que quer...
Intimamente, eu queria continuar. Eu achava que continuaria ao menos pela manhã e à noite, mas o Enzo é de uma personalidade forte, e para ele, ou era tudo ou nada. Moral da história: hoje, depois da poeira baixada, todos tranquilos, ele mama bastante NAN PRO 2. E adora. E está lindo, feliz.
E sei que isso foi o começo de um processo de independência que estava batendo na porta de tão necessário, sabe? Imaginem assim: minha família mora longe, aqui é São Paulo, então a família daqui e os amigos moram longe também, e o Enzo passa 24 horas da vidinha dele comigo. E algumas horas por dia com o pai, claro.
Nós nos divertimos muito, ele e eu. Saímos todos os dias para uma volta, eu não deixo de fazer quase nada por ter um filho: ele se acostumou desde cedo a mercados, shoppings, metrôs, e até ao escritório. Mas aos 8 meses, a criança começa a entender que ela é algo separado da mãe, que não somos a mesma coisa, e aí ele estava começando a não querer mais ir com ninguém, especialmente quando estou por perto.
Talvez não tenha muito a ver (já que não sou eu a psicóloga), mas acho que o desmame está nos ajudando a entender que estar longe dá saudade, mas não mata (rs). Ele, de forma mais consciente, e eu lá no fundinho da alma.
Semana passada Enzo praticamente passou um dia só com o pai. Saiu, passeou, tomou mamadeira, comeu mingauzinho. Tudo com o pai. E tranquilíssimo. Fiquei tão orgulhosa! Nós já tomamos a decisão: em breve o Enzo vai para a escolinha meio período, para conviver com outras crianças, brincar bastante e gastar energia. Confesso que está cada vez mais difícil dar a atenção que ele precisa – imagina quando ele começar a andar (e juro, não deve demorar, rs)!
Vai dizer que não é precoce esse guri? rs
Sei que cada mãe passa por algo único e especial à sua maneira. Tem aquelas que amamentam muito, facilmente e até os 2 anos de idade do bebê, tem aquelas que não conseguem amamentar por falta de leite ou pela dor que sentem, tem aqueles bebês que não pegam o peito de jeito nenhum e aqueles que sofrem para desmamar. Cada caso é diferente, já que estamos falando de seres humanos, únicos e individuais, mesmo que em miniatura, né?
No meu caso, posso dizer de carteirinha: foi lindo, melhor do que eu sonhava, sinto uma saudade imensa de ter meu bebezinho se alimentando no meu peito e cada vez que olho uma foto ainda me emociono (acho que vai ser assim para sempre, será?). Mas confesso que essa nova fase também está intensa e estou bem feliz. Agora o Enzo pode ser alimentado por outras pessoas, e isso diminui minha ansiedade e preocupação. E ele está entrando numa rotina legal e comendo muuuita fruta, alguns cereais e as papinhas salgadas.
Depois de cortar o cabelo, com cara de homenzinho. Eu morro, né? rs
Ah, e antes, a hora de mamar era um chororô só, ele queria e tinha que ser naquela hora e pronto, só relaxava mais quando estava passeando. Agora noto que ele mostra fome, mas não chora mais. Só se ele vê a mamadeira e a gente fica viajando e demora prá por na boca. Ele continua um bezerrinho, rs.
Quanto a mim, na prática há um lado bom e um ruim. O bom é qe posso usar TODAS as minhas roupas, antes era um tal de blusinha de botão só, rs. Ah e posso passar creme e óleo no corpo todo sem tirar para amamentar. O lado ruim? Lá se foi meu silicone natural, rs.







