terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Em homenagem à Monica...

... eu, versão 2010!!!

Sem medo de ser feliz!!!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Multi informação

Nem sei se essa palavra existe. Se não, acabei de inventar... é que eu acredito que obter informações variadas, diferentes, faz com que a mente consiga fazer com elas muito mais coisas interessantes do que uma mente que está focada apenas em determinada coisa. Sei lá, eu sempre fui a favor de ver, ouvir, ler, conhecer de tudo. Quer dizer, nem sempre - só depois que eu cresci! rs.

Na verdade, percebi isso no dia em que comer cebola frita me deu um prazer imenso. Isso porque passei minha infância inteira separando a cebola do resto da comida. E um dia percebi que eu gostava de cebola, apenas nunca tinha tentado comer porque não gostava da sua aparência (que coisa mais emblemática, hein?!).

Quer ver outra coisa que eu perdi durante uns 20 anos da minha vida? Côco. Hoje, adoro cocada, bom bocado, quindim, hummmm. Mas eu não suportava côco. De nenhum jeito, inteiro, ralado, em doces, bolos. Éca. E quando eu abri minha mente para o mundo dos alimentos e temperos etc., eu simplesmente gostei.

Ontem, estávamos conversando, meu irmão, eu, o Roger e a Fabi, sobre as discussões que estão acontecendo sobre o que é ou não possível de ser consumido com o tal vale-cultura do governo brasileiro. Bem, aprendi na faculdade, com vários autores (e isso me faz crer que o ensino é válido, e que ele faz falta a quem não tem diploma, mesmo para grandes profissionais), que cultura é toda construção de conhecimento.

Cada país, cada povo, cada grupo tem sua cultura particular. Há a cultura erudita, a popular, a folclórica, a marginal, mas é tudo cultura, não é? Então que me desculpem os intelectualóides, mas revista é, sim, cultura (independente do segmento), gibi é sim cultura (e um grande mercado para roteiristas, desenhistas e arte-finalizadores), e é bom ler, ouvir, ver, conhecer de tudo um pouco, para poder ter idéias formadas sobre as coisas, mas com o mínimo possível de preconceitos.

Eu sou uma leitora voráz (porque gosto e leio muito, mas também porque leio muito rápido). Gosto de boas histórias. Gosto de boas leituras. Gosto de bons autores. Adoro os clássicos. Gosto de ver como desenharam determinada época - e é exatamente por isso que também gosto de moda e de saber por meio dos costumes como um tempo se portava e quais os significados implícitos nas mínimas coisas.

Mas também sou curiosa e gosto de saber o motivo pelo qual um livro vira best-seller, por exemplo. Leio livros de vendas, livros de ficção, livros-reportagem. Livros com figuras e até livros infantis me deixam caidinha. Eu leio e só. Até bula de remédio, rs.

Música? Tenho minhas preferências e o que está no meu mp3. Maaaas, eu escuto quase tudo. E se alguém vem como uma novidade, antes de dizer "éca!" eu vou lá ouvir. E é por isso que entre as minhas músicas preferidas estão clássicas, rocks, pops, estrangeiras, nacionais. Gosto de tudo que me toca. De tudo que tem a ver com o momento que estou vivendo.

Tem coisas que eu odeio? Lógico que tem. Mas eu odeio porque escutei e não gostei. Ponto. E sei que tem um monte de gente que gosta, então... tudo bem!!! Aprendi a andar com várias turmas desde cedo. Entre meus amigos sempre teve quem era metaleiro, quem curtia ouvir pagode, as meninas que gostavam de axé e funk e o pessoal do forró.

E muitas vezes, eu fui a festas em que não estava rolando o som que eu curtia só porque a companhia era boa. Pessoas são melhores que coisas, que sons, que tudo. Porque são a causa primeira de tudo. São os construtores da cultura. E quem não aprende a observar com delicadeza e respeito as pessoas, não saberá jamais apreciar a cultura de verdade.

É horrível conversar com quem acha que sabe tudo. E normalmente essa pessoa não sabe mais do que nós, só pensa que sabe. E é horrível estar por perto de quem só te julga, o tempo todo. Eu gosto de pessoas de mente aberta, que agem assim: "vc gosta disso? Eu não gosto. Mas tudo bem".
É péssimo quando sentimos que a pessoa te diminui por você não pensar como ela. Eu acho muito bonito conviver com as diferenças. Claro que a seleção natural dos gostos acaba colocando a gente perto de quem pensa parecido. Mas, de qualquer forma, seria muito chato se todos pensassem da mesma forma, gostassem das mesmas coisas.

Aprendi uma grande lição casando com um dj. Que ama Techno (talvez mais do que ama a mim... rs). Eu não gostava de música eletrônica. E descobri que eu NÃO CONHECIA música eletrônica. E por isso tinha preconceito, que me cegava e não me deixava conhecer. É sempre uma bola de neve - você não gosta porque não conhece porque não gosta porque não conhece porque...

Então, queria poder dizer ao mundo: ABRAM SUAS MENTES!!! OLHEM PARA O DIFERENTE, PARA O DESCONHECIDO, COM O DEVIDO RESPEITO. E QUANDO DECIDIREM QUE AQUELA NÃO É SUA PRAIA, AINDA ASSIM DÊEM UMA VOLTA POR LÁ COM SEUS AMIGOS DIFERENTES DE VEZ EM QUANDO. É NOS MOMENTOS MAIS DESPRETENCIOSOS QUE DESCOBRIMOS PRECIOSIDADES!!!

Como eu não posso gritar, posso escrever. Pronto, falei!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

A pedidos!

Tudo bem, Aninha... eu pago king-kong prá você ficar feliz! rs. Olha a gente na festa da Monica, visual aos 80 (a foto não mostra bem, mas estava rolando um rabo-de-cavalo espevitado e uma franjinha crespa, e meu irmão jura que eu estava a minha cara quando tinha uns 15 anos... rs. Que horror!).


Devaneios sobre o romantismo...

Hoje eu li uma crítica da minha amiga fofa Thata sobre o filme Lua Nova (e ela pode falar, porque sei que leu todos os livros, rs) e fiquei pensando por que será que histórias de amor similares fazem tanto sucesso, especialmente com as mulheres, e praticamente e com algumas exceções, independente da idade. Falo de amores impossíveis (ou quase), que superam o tempo, que geram reviravoltas, que pedem grandes decisões e renúncias, que mexem com a alma, com o coração e com o corpo das pessoas.


Particularmente, eu gosto de histórias de vampiros - fiz meu trabalho final sobre cinema na faculdade com o na época recém-lançado DRÁCULA DE BRAM STOCKER e, confesso, torci pelo bandido, rs. Que Keanu Reeves que nada, eu queria era que o Drácula acabasse com a angústia e a busca secular pela sua amada. Vai, Winona, fica com o Drácula, vai! rs.


Lembro até hoje da fala que mais me marcou: "I've crossed oceans of time to find you". Fala sério, quem resistiria? E não é o mesmo que Edward Cullen dizendo a sua Bella: "Eu não poderia viver em um mundo onde você não existisse" ? Você fica torcendo para que a próxima fala seja: "só uma mordidinha", rsrsrs, mas isso é outro filme, quer dizer, desenho... rs. Em uma realidade em que as relações estão tão superficiais, passageiras, individualistas e deixadas em segundo plano por buscas pessoais (carreira, dinheiro, sucesso, prazer), não é de se estranhar que muita gente ainda suspire por histórias de um amor profundo e puro.

Obviamente, há quem ache um saco a história "açucarada" de amor e queira mesmo é que a mocinha fique com o cara musculoso, desencanado e moderno. Mas a verdade é que o romatismo requer uma dose de existencialismo, um quê de melancolia, um ar de seriedade, dúvidas, choro, coração batendo apressado e outras coisas mais. E nessa hora, esperando que aconteça o tão esperado beijo na tela, lembramos que há algo além da supeficialidade da vida.

Claro que ninguém consegue ficar apaixonado para sempre, que declarações de amor feitas a todo instante perdem a intensidade e que no dia-a-dia o que conta é mesmo a cumplicidade, a simplicidade, a compreensão das diferenças. Mas lá de vez em quando, a vida há que ter um certo romantismo, uma certa batida descompassada no peito. Que seja no dia dos namorados, que seja sem perceber, que seja pela mesma pessoa. Mas romance é um temperinho danado de bom.

Por isso eu sigo buscando boas histórias de amor. Vendo filmes que me levam às lágrimas, lendo histórias de um amor profundo que inspiram, e tudo mais. Nada que, láááááá de vez em quando, uma dose extra de 24h não cure. rs. Adoooooro.

E só prá lembrar Romeu + Juliet (e olhem que eu já era bem grandinha quando vi váááááárias vezes - trilha sonora linda, fotografia espetacular, e apesar do Di Caprio ser o Romeu, eu adorei foi o john Leguizamo como Teobaldo), mas essa imagem é espetacular:

Pride can stand
A thousand trials
The strong will never fall
But watching stars without you
My soul cried
Grieving heart is full of pain
All of the aching

'Cause I'm kissing you, oh
I'm kissing you, Love

Touch me deep
Pure and true
Gift to me forever

'Cause I'm kissing you, oh
I'm kissing you, Love

Where are you now? 'Cause I'm kissing you I'm kissing you
(Kissing You - Desree)

Obs. e acho um saco quem fica dizendo que vampiro tem quer ser assim ou assado, não brilha no sol e blá blá blá. Licença poética, meu bem, deixem os escritores em paz! rs

sábado, 5 de dezembro de 2009

Ainda Madonna?

Aconteceu tanta coisa por esses dias que eu não tive mesmo tempo de escrever nada por aqui (momento teen: "não que alguém se importe..." rs). Mas agorinha mesmo estava eu aqui vendo TVZ (já confessei antes que vejo mesmo, fazer o quê. Entre vídeos bons e péssimos (não vi nada espetacular ainda), Madonna, sempre Madonna, com seu Celebration.
Eu gosto de Madonna, confesso.


Entre algumas coisas non-sense e excessos, muitos excessos, eu acho que ela é antenada, está sempre um passo à frente e, não adianta, é uma das maiores lançadoras de moda do mundo. Pop star máxima. Mas vendo Celebration, confesso que me decepcionei. Ela não aparece dançando com o povo, como sempre, está lá, sozinha com sua super-production, montadérrima, parecendo 30 anos mais jovem, sempre.

E a galera lá, dançando. Aí, de repente, eis que surge Jesus Luz (é ele, né? Pelo menos eu acho...) de DJ. E ela chega, rola um clima, um beijo, e ela o dispensa para volta a ficar solitária no cromaqui. Será o retorno da material girl, com suas masturbações, a pose de bossy e tudo mais? Sei lá se, porque não sou fã, estou por fora das últimas, mas eu achei que ela tinha partido, há algum tempo, para algo mais classudo.

Não sei, pode parecer besteira minha (e quem for fã e ler isso que me desculpe, juro que não é cisma), mas achei que ela ficou meio vó ali, forçando um pouco a barra, sabe? rs. Pronto, falei.

_____________________ x ___________________

E hoje tem festa anos 80 de aniversário da Monica. Eu montei um figurino bacanérrimo, com cabelo pompom e tudo... rs. Mas no way eu coloco foto aqui. Deixa o bafo prá quem estiver na festa, vai beber e esquecer tudo mesmo... rs.

Só sei que a gente vai dançar e muito. Ao som de Madonna também. Mas e aí:? rs

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hiato

Sentimentos controversos sempre me pegam de surpresa... acho que é essa época do ano, quando a gente começa a por na balança o que fez, o que deixou de fazer, se fez certo, se era melhor não ter feito... rs. Por mais que a contagem do tempo seja algo extremamente humana, ainda nos deixa num estadinho de nervos, ao menos eu, claro.

O final do ano está agitadíssimo, com mil divulgações, mil inaugurações, parece que o mundo está com pressa... por que será??? De qualquer forma, estou tentando manter o fôlego e a calma, certa de que dias melhores virão... 2010 promete milhares de novidades, que requerem sabedoria e maturidade, mas que certamente nos farão imensamente felizes.


Enquanto isso, um pequeno devaneio... escrevi no sítio de Ibiúna, um recantinho que faz a gente sonhar com um mundo melhor:

Seus olhos crispavam de ansiedade enquanto olhava pela janela do pequeno ônibus que partia. Os primeiros raios da manhã brindavam o céu de um colorido sem igual. Matizes lilazes e azulados ainda se misturavam ao laranja do alvorecer, e a claridade que começava a inundar o dia de repente enchia seu ser de calor. Estava certa da escoolha que fazia, traçando de volta a linha do destino que antes teimava em ignorar. Ainda assim, o coração queimava em saltos, ansioso pela cortina de possibilidades que tinha sido lançada sobre sua vida.

- Era tudo novo, pensou.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Ver a vida com olhos de praia

A brisa batendo no rosto, crianças correndo por todo lugar
Pessoas passando, felizes. "Deixa prá lá, vamos pro mar",
tudo fica mais leve, encantado, descompromissado,
E por isso parece que fica mais fácil levar
Às vezes entra areia. Na bolsa, no biquíni, no olhar,
E a gente tem que limpar, tem que encontrar um jeito de deixar de incomodar
E mesmo assim, valeu. Valeu o sol, valeu o sorriso, valeu o mar.

Ver a vida com olhos de praia
Mais um aprendizado no meu caminhar

domingo, 1 de novembro de 2009

A notícia morreu

    - A notícia morreu, você sabia?

    - Morreu? Como assim?

    - Morreu. Sem velório nem enterro, mas morreu, menina.

    - Jura?

    - Juro.

    - Não entendi.

    - Você vê notícia por aí? Fato, apurado, dito, feito. Fato? Só tem factóide, informação montada, marketing pessoal. Ando até achando que tem gente plantando notícia, achando que hora ou outra ela brota por aí. Porque, do jeito que está, não sei não. Já abriu as revistas semanais hoje? Viu alguma novidade, algo que já não soubesse? Ah, e você viu o que aquele político disse sobre o caso de ontem?

    - Você viu no jornal?

    - Não, em uma entrevista do CQC.

    - O que é, programa de notícia?

    - Não, de humor.

    - Como assim?

    - É. Já que está tudo uma palhaçada mesmo, então avacalha tudo de uma vez.

    - Então você não gosta de programas de humor?

    - Até gosto, viu. E esse é bacana, tem humor inteligente. Dá prá rir, viu?!

    - ...

    - Mas sinto falta de notícia, de fato novo, de algo que eu não sabia. De ter o programa de humor e o programa de notícia. E hoje, se bobear, dou mais risada com o telejornal do que com o CQC.

    - Parece piada.

    - E é, menina. Não te disse que a notícia morreu?

    - ...


Obs. e segue novamente o link da Lelete no Mercado livre, que é prá todo mundo sair com seu vestido mexicano nesse verão (usei o meu hoje e todo mundo amou!!!). Entre lá e fiquem lindas!!!

Vestidos Mexicanos

E não percam o sorteio liiiindo do blog da Ana, com um biquíni divino mesmo, como diz a marca, da minha amigona fofa de Floripa, a Fe Elias. É a Divino Fruto, gente! Guardem esse nome que vem bafo por aí... rs.